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Guaxupé, 25 de fevereiro de 2021


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PRESSÃO DE COMERCIANTES FAZ PREFEITURA ALTERAR DECRETO COM FLEXIBILIZAÇÃO

Publicado quarta, 13 de janeiro de 2021





Quatro dias após vigorar o Decreto 2326, que determinava a proibição do funcionamento de atividades consideras não-essenciais de 9 a 19 de janeiro, a Prefeitura de Guaxupé cedeu à pressão dos comerciantes e outros profissionais que se sentiram prejudicados por não se classificarem na categoria e, flexibilizou vários serviços.

Um grupo de empresários entrou com uma liminar na justiça pedindo a volta das atividades que foi negada pelo juiz Milton Furquim, já que não é permitido mandado de segurança contra lei/decreto.

No fim da tarde dessa quarta-feira, dia 13, a Prefeitura divulgou o Decreto 2327 com modificações de flexibilização que valerá do dia 14 ao dia 20 de janeiro:

-As atividades econômicas consideradas não-essenciais poderão funcionar de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 h, com 30% de atendimento presencial, observando todos os protocolos sanitários. Bares, eventos e casas noturnas continuam sem funcionar;

- O segmento de lanchonetes, restaurantes e comércio ambulante de alimentos poderão funcionar, de segunda a sexta-feira, com 30% de atendimento presencial, das 5 às 22 hs, após este horário somente por meio do sistema “delivery”;

- Aos sábados e domingos o funcionamento presencial será até às 15 h, após este horário somente por meio do sistema “delivery”;

- As academias poderão funcionar das 5 às 22 h, de segunda a sexta-feira, com até 30% da capacidade e seguindo os protocolos já aprovados. Essas atividades não poderão funcionar em clubes de lazer; 

- Serão permitidos cultos religiosos com a ocupação máxima de até 30% da capacidade dos assentos;

-A Feira Livre continua suspensa;

Vale lembrar que o isolamento proposto anteriormente tinha como objetivo diminuir a taxa de transmissão que aumentou assustadoramente depois das festas de fim de ano e não causar colapso no atendimento da Santa Casa, que atualmente está com 85,7% da sua capacidade além de alguns medicamentos para intubação já estar com escassez.  




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