Guaxupé, sábado, 25 de maio de 2019
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Assassinato de empresário ainda está sob investigação da Polícia Civil

Os guaxupeanos receberam com grande tristeza no início da noite do dia 26, terça-feira, a notícia do brutal assassinato do empresário Antonio Job da Silva, 63 anos, mais conhecido como Toninho do Arroz, proprietário do Armazém Guaxupé.
 
O crime teria acontecido na entrada do sítio da vítima, zona rural de Guaxupé, conhecido como Sítio Mergulhão.
 
Segundo informações apuradas pela reportagem do CORREIO SUDOESTE, todos os dias, Toninho tinha o costume de levar seu caseiro por volta das 6h30 ao sítio e buscá-lo às 18h.
 
Naquele dia, devido à chuva, como combinado com o patrão Toninho, o caseiro teria que ir até a entrada do sítio, na porteira, para encontrá-lo e retornarem à cidade.
 
Quase chegando no local combinado, o caseiro ouviu um estampido forte de arma de fogo, e mesmo com medo do que seria continuou caminhando para encontrar Toninho.
 
Chegando carro e após chamar várias vezes o patrão, o caseiro abriu a porta traseira do veículo e percebeu muito sangue. Desesperado, ele correu de a pé pela rodovia, sentido Guaxupé, e como não conseguia sinal de celular para acionar a Polícia Militar, foi caminhando e tentando ligar para sua filha pedindo ajuda.
 
O caseiro foi então encontrado perto do Trevo do Japy e com a polícia militar voltou ao sítio para relatar os fatos.
 
Como única testemunha, o caseiro informou que não viu ninguém estranho no sítio e não percebeu barulho de pessoas ou de algum veículo fugindo após o tiro.
 
No local, os policiais encontraram o Fiat Toro prata, estacionado em frente a porteira, com os vidros fechados, sendo que Toninho estava no banco de trás ao lado esquerdo, sentado, sem vida, e com os braços entre as pernas.  Ele tinha um ferimento no nariz, causado pelo tiro, e com sangue no peito e pernas.
 
Informações não oficiais estão sendo divulgadas afirmando que Toninho teria feito uma negociação com venda de gados naquela tarde e poderia ter sido vítima de um latrocínio, o que vai depender da investigação que está sendo realizada para confirmar esta possibilidade.
 
A perícia foi acionada e o local interditado.
 
Dentro do veículo foram encontrados pertences de Toninho além de um revólver Taurus, que estava dentro de uma sacola plástica, intacta, cartuchos de munição e documentos do registro de duas armas, o revólver e uma espingarda.
 
Todo o material foi recolhido pelos investigadores da polícia civil e entregues na Delegacia.
 
O corpo de Toninho foi levado para o posto de necropsia do Cemitério Parque Alto da Colina, onde o exame seria iniciado às 9h pelos legistas de Alfenas.
 
O horário do velório e sepultamento será divulgado posteriormente. 

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