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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Família de motociclista acidentado em Guaranésia apresenta outra versão

A família de Euclides quer que os fatos sejam apurados
A família de Euclides quer que os fatos sejam apurados
Conforme consta em um boletim de ocorrência lavrado pela Polícia Militar, no último dia 9, por volta das 22h, no cruzamento das ruas Quintino Bocaiuva com a Rua Dr. Alberto José Alves, em Guaranésia, aconteceu uma colisão envolvendo duas motocicletas.

A condutora de uma das motos tem 18 nos de idade, porém não possui habilitação, sendo que a outra moto era conduzida por Euclides Carlos Ramos, de 22 anos. Em virtude dos ferimentos Euclides veio a falecer.

Consta do B. O.que a condutora de uma das motos, D. M. S. teria dito que não visualizou a moto conduzida por Euclides pelo fato da mesma estar com o farol apagado e em alta velocidade.

A família de Euclides não concorda com esta versão em virtude de que uma testemunha presenciou o acidente, tendo a mesma relatado que Euclides havia saído de seu local de trabalho se utilizando do veículo com o farol aceso, conforme ficou registrado pelas câmeras de segurança da fábrica de tecidos, onde Euclides trabalhava.

O acidente aconteceu muito próximo de onde ele havia saído.

O local do sinistro foi nas proximidades de uma escola que também possui câmeras de segurança, que possivelmente podem ter registrado o ocorrido e que poderão comprovar que a moto de Euclides estava com o farol aceso.

A família alega que não teve acesso às imagens gravadas pelas câmeras da escola, somente a polícia. Porém, menciona que a testemunha ocular do fato garante que o farol da moto estava aceso, que a condutora da outra moto invadiu a frente do veículo de Euclides, tendo este tentado desviar, mas perdeu o controle direcional, caindo na calçada.

Um dos familiares de Euclides justifica que as imagens coletadas pelas câmeras da escola permanecem gravadas somente por 13 dias, após este período as mesmas apagam automaticamente.

Foi feita a perícia por profissional da Polícia Civil, porém quando este levantou a moto e ao colocar a chave no contato o farol acendeu automaticamente, presumindo-se que durante o acidente o mesmo estava aceso.

A família quer que os fatos sejam apurados com veracidade, comprovando que Euclides conduzia sua moto dentro das normas exigidas pelo Código Nacional de Trânsito.
 

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