Guaxupé, sexta-feira, 26 de abril de 2019
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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Nota de Falecimento – Ana Maria Ribeiro de Araújo Borges

Faleceu na última segunda-feira, 10, aos 83 anos, Ana Maria Ribeiro de Araújo Borges, consternando profundamente a sociedade local.
 
Ana Maria nasceu em Guaxupé a 2 de julho de 1933, filha dos saudosos Mário Ribeiro de Araújo e de Eunice Ferraz de Araújo, portanto neta materna de Manoel Gonçalves Ferraz. Era professora formada pelo Colégio Imaculada Conceição, casou na Igreja do Rosário, em 16 de julho de 1957 com Henrique Cândido Borges, o Quiqui Borges. Quiqui faleceu em 14 de novembro passado. Com a sua morte ela deixa a filha Sandra, duas netas o irmão Sílvio Ribeiro de Araújo, sobrinhos, primos e muita saudade.
 
Ana Maria ficou órfã de mãe aos 8 anos de idade, tendo sua mãe falecido em 30 de agosto de 1941. Ela, juntamente com as irmãs, dedicou um carinho especial a seu pai que se manteve viúvo até o final de seus dias.
 
Mulher de nobres sentimentos, católica praticante, e de uma fé inabalável, deixou exemplos de retidão cordura e amor.
 
Ana Maria incarnou um ideal cristão com as forças de uma fé que foi a sua constante inspiração. Se sofreu, ficou no silêncio da resignação a sua dor. Feliz ela repartiu, generosamente, no lar e entre os que com ela conviveram a alegria que poderia ser somente sua. Foi assim, uma mulher forte que sempre fez do amor a sua fortaleza e desta forma tudo conquistou: estima, afeto, respeito e admiração.
 
 Durante muitos anos, Ana Maria e a irmã Maria Cândida, esta atualmente já falecida, todas as quintas feiras, se dirigiam até a Fazenda Aliança, propriedade da família, para prepararem os quitutes e os derivados de porcos que eram abatidos quinzenalmente, produtos que eram distribuídos igualmente entre os irmãos.
 
De uma educação invejável, de sua boca jamais se ouviu uma palavra de blasfêmia.
 
Bem por isso sua morte foi uma dor sentida, porém seus exemplos eternizarão na memória de todos que com ela conviveram e entre os que ela tanto amou.
 
Seu corpo foi velado na Capela do Lar São Vicente de Paula e sepultado no mesmo dia, às 15h, no Cemitério da Praça da Saudade, com grande acompanhamento.
 
À família enlutada as condolências do jornal Correio Sudoeste.
 
Homenagem do primo Wilson Ferraz
 

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