Guaxupé, sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Nota de Falecimento : Celina Ribeiro de Almeida Cyrino

É com profundo sentimento de pesar que reportamos o falecimento de Celina Ribeiro de Almeida Cyrino, 89 anos de idade, ocorrido no último dia 1º, em Guaxupé.
 
Foi um profundo golpe sofrido não só pela sua grande família, como também na sociedade guxupeana, que sempre viu na pranteada extinta a amiga de todos os instantes, a esposa exemplar e a mãe afetiva e boa.
 
Descendente dos pioneiros do desenvolvimento e do progresso desta estremecida terra, ela nasceu em Guaxupé a 12 de novembro de 1929, filha dos saudosos, Joaquim Geraldo Ribeiro Sobrinho e de Esméria Cândida Ribeiro. Professora formada pelo Colégio Nossa Senhora do Patrocínio, da cidade de Itú, casou em Guaxupé, MG, a 15 de outubro de 1951, com o contador e empresário Moacyr Albino de Almeida Cyrino, atualmente já falecido, e deixa os filhos: Luiz Henrique, Vera Helena, Regina Maria, Lígia Maria, Maria Cecília, Tereza Cristina, Moacyr Filho (Titi), Mário Luiz (Marô) e Marcos Antônio, noras, genros e netos e dentre estes a vereadora Maria José Cyrino Marcelino, além dos irmãos Joaquim Geraldo e Luiz Cândido.
 
Seu pai faleceu muito jovem, em 23 de dezembro de 1943, quando ela contava com apenas 14 anos de idade, porém com muita coragem e resignação, juntamente com sua mãe e os irmãos enfrentaram a dura missão na condução da Fazenda Vila Flor.
 
Simples e caridosa, vivia para o seu lar, onde a sua palavra era um estímulo e uma benção e os seus exemplos uma lição, por isso que teve sempre o amor e o devotamento sinceros de seu esposo honrado e de seus filhos e netos, cujas lágrimas, por certo, jamais se estancarão na dolorosa orfandade que os envolve.
 
Mãe amorosa, abriu aos filhos e netos o coração e nele os abrigou com aquela serenidade mansa de mulher boa e justa e que só entendia o bem e pelo bem vivia todos os seus momentos. Assim, deu aos seus descendentes formação sólida e educação cristã, ostentando-os na cordura dos gestos e amando-os com a enormidade de sua delicadeza de mulher simples e irrepreensivelmente educada.
 
Mulher de excelente formação religiosa, imprimiu no seu lar os princípios de sua fé e orientou a sua vida por um ideal de trabalho de que jamais se apartou. Fez-se estimada por todos os que a conheceram não só pelas suas virtudes, como pela sua bondade.
 
Bem por isso que a sua morte sulca profundamente o coração de todos os que a amaram e que ela tanto amou, envolvendo-os numa saudade que nem o tempo na sua faina de tudo consumir, apagará jamais, eis que a sua vida foi um hino de bondade e de amor e que ressoará para sempre no cristal das lágrimas de todos os que pranteiam.
 
Seu corpo foi velado no Velório do Parque Alto da Colina e sepultado naquele dia, às 17h, no Cemitério da Praça da Saudade com grande acompanhamento como uma homenagem póstuma do grande círculo de amizades que conquistou em vida.
 
À família enlutada as condolências do jornal Correio Sudoeste.
 
Homenagem póstuma de Maria Luiza Lemos Brasileiro e Wilson Ferraz

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