Guaxupé, sexta-feira, 26 de abril de 2019
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Nota de Falecimento – Divino Giopato

Faleceu nesta sexta-feira, 14, aos 86 anos de idade, o empresário do setor calçadista, Divino Giopato, consternando profundamente a sociedade local.
 
Seu Divino, como ele era mais conhecido, era descendente de imigrantes italianos, nasceu em Igaraí, Estado de São Paulo, em 3 de junho de 1932, filho de Pedro Giopato e de Maria Luiza Zíngara. Era casado com Aparecida Balbino Giopato, também natural de Igaraí, e deixa os filhos: Homero, Osvaldo, Carlos, Maria Luiza, Aparecida e Pedro, noras, genro e nove netos.
Como todo descente de imigrantes, iniciou sua vida profissional muito cedo, na companhia dos pais. Posteriormente transferiu-se para Guaxupé. A partir de 1961 passou a atuar como viajante comercial cobrindo boa parte do Sul Minas, inclusive trabalhando com venda de calçados.
 
Homem de fino trato, extremamente correto, conquistou mais que uma grande clientela, uma verdadeira legião de amigos que o considerava e respeitava nas praças em que atuava.
 
Posteriormente, em agosto de 1966, instalou sua própria fábrica de calçados, fornecendo sua produção para boa parte do Sul de Minas e do Estado de São Paulo. Com a prosperidade dos negócios adquiriu uma área considerável no Parque do Convento, onde instalou uma bem montada indústria de calçados com produção em série. Sua fábrica foi a primeira indústria a se instalar naquele Parque, servindo de estímulo para que outros empresários ali também se instalassem.
 
Com o avançar dos anos e com os problemas advindos da idade, teve que transferir o comando dos negócios aos filhos, já estando atualmente aposentado.
 
Enquanto sua saúde permitiu ia quase que diariamente à fábrica para se inteirar da rotina e do andamento da produção.
 
Ele tinha uma particularidade interessante, sempre muito solícito presava pelo bom relacionamento, principalmente com os vizinhos, a quem dedicava uma atenção especial, fortalecendo os vínculos de amizade.
 
Apesar de ser um empresário bem sucedido, nunca deixou de ser simples, operoso e cordado, pois isso o homem simples do povo o admirava e respeitava.
 
Seu Divino deixou um legado de simplicidade, de humildade, de trabalho e de honradez, atributos que seus filhos e netos vêm mantendo ao longo dos anos.
 
Bem por isso a sua morte foi muito sentida e, certamente, seu nome se perpetuará entre os que porfiaram o progresso e o desenvolvimento de Guaxupé.
 
Seu corpo foi velado na Capela do Lar São Vicente de Paula e sepultado no mesmo dia, às 17h, no Cemitério da Praça da Saudade, com grande acompanhamento como uma homenagem póstuma do grande círculo de amizades que conquistou em vida.
 
À família enlutada as condolências do jornal Correio Sudoeste.
 
Wilson Ferraz

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