Guaxupé, quarta-feira, 17 de outubro de 2018
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Luiz Pasqua

Teve dolorosa repercussão a notícia do falecimento de Luiz Pasqua, 88 anos, ocorrido na última quarta-feira, 21, em virtude de um violento enfarto. Assim, ausenta-se de entre os guaxupeanos, em toda a sua extensão global em que se permeiam grandes e humildes, um homem singular que foi espontaneamente bom e habitualmente simples como era a sua bondade.
 
Luiz Pasqua era natural de Guaxupé, nasceu em 8 de dezembro de 1929, era o segundo filho dos saudosos João Francisco Pasqua e Maria das Dores Pasqua. Era viúvo de Maria Aparecida Rovay e deixa os filhos: Márcia, Maria Lúcia, Marcelo, Emília e Ligia, além dos irmãos: Maria Aparecida e Roberto, já falecidos, Teresa, Antônio Carlos, Carlos Francisco, Nycia, Renato, Mário, Sílvio e Fernando.
 
Funcionário aposentado do Banco do Brasil, sempre se manteve zeloso e organizado, esmerando nos seus deveres. Sempre que convocado, prestou às instituições locais valiosa contribuição, dando à sociedade os bons serviços de que era capaz.
 
Ele também foi vice-presidente e conselheiro do Aeroclube local, professor de inglês, além de bacharel em Direito.
 
Sua vida foi uma lição de trabalho e se irradiou beneficamente num envolvimento de afetos e de ação sobre homens e fatos da cidade numa constância que lhe deu créditos de alta benemerência e marcou lhe o nome com fulgores indeléveis de estima e respeitabilidade.
 
No lar, foi chefe de família feliz que teve na bondade da esposa e no amor dos filhos o encanto maior de sua vida, conduzindo-a com retidão e aprimorando as virtudes que sempre transbordaram do seu coração.
 
Luiz foi um homem altamente inspirado, voltado para as coisas do espírito e centrado nos ideais humanos mais legítimos, quais são: a fé com que fez a estrutura do seu lar e a bondade com que marcou as suas atitudes.
 
Com a sua morte, a cidade perde um dos seus homens exponenciais e a geração a que pertenceu um homem singular que viveu e cuidou de colaborar para um mundo melhor. Suas coordenadas maiores foram o seu lar e a sua família e a enormidade de amigos que hoje lamentam o seu falecimento.
 
Seu corpo foi velado na Capela do Lar São Vicente de Paula e sepultado no dia seguinte, às 15h, no Cemitério da Praça da Saudade, com grande acompanhamento.
 
À família enlutada, as condolências do jornal Correio Sudoeste.
 
Maria Luiza Lemos/Wilson Ferraz

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