Guaxupé, segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Nota de Falecimento: Paulo Aparecido Pires

Após insidiosa enfermidade, faleceu na última segunda-feira, 24, o investigador da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, Paulo Aparecido Pires, aos 53 anos de idade.
 
A morte é a contradita de todas as formas ideais. Insólita, ela açambarca no seu mistério impenetrável as mais queridas aspirações terrenas, pulverizando desilusões, soterrando esperanças e nulificando os anseios mais vivazes da sensibilidade humana.
 
Para os exaltados, a morte é o horror espectral no ápice do grande caminho, em que ciciam as sombras de todas as contradições, consertando a sentença inexorável de um fim inapelável, em que tudo se perde no remoinho vulcânico do nada.
 
Para os que têm fé, para as almas sensíveis, como a de Paulo Pires, a morte é a suscitação de uma vida nova em que o espírito desagarrado da matéria conforma-se à destinação que lhe gizou, nos seus atos de compreensão, a vida que ele animou sobre a terra. Para estes, que encrustam na espiritualidade, a morte não se afigura como a hecatombe horrorosa, enquadra-se numa concepção em que a esperança é o núcleo da suprema justiça.
 
Há oito anos como pastor evangélico da Igreja Assembleia de Deus da Filadélfia, assumiu uma missão sublime e que mais aproxima o homem de Deus. Desta forma, tornou-se o credenciado de Cristo, o mediador entre o Céu e a Terra.
 
O Pastor Paulo Pires foi um homem que renunciou a si mesmo, à sua família, o mundo material, para se dedicar ao serviço das almas, cujo coração se abrasava no amor ao próximo.
 
Ingressando na Polícia Civil, destacou-se com investigador inteligente e apaixonado cultor do Direito e da Justiça, por isso que, desde logo, impôs-se  à consideração e a estima nos meios forences e na sociedade guaxupeana, que recebeu, emocionada, o seu desaparecimento, tributando-lhe as mais expressivas homenagens.
 
Paulo Aparecido Pires nasceu na vizinha cidade de Juruaia, em 15 de abril de 1964, filho de Lindolfo Pires e Geralda Jovina Pires. Era casado com Helena Cristina da Silva Pires e deixa o filho Mateus e muita saudade.
 
Seu corpo foi velado no Velório Municipal de Guaxupé e sepultado naquele mesmo dia, às 16h30, no Cemitério Parque Alto da Colina, com grande acompanhamento.
À família enlutada, as condolências do Jornal Correio Sudoeste.
 
Maria Luiza Lemos Brasileiro 

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