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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

13º salário injeta R$ 211 bi na economia, mas maior parte será destinada para o pagamento de dívidas e investimentos

Segundo pesquisa, 17% das pessoas pretendem quitar dívidas e 27% delas pretendem poupar ou investir o valor recebido
A projeção divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13º salário irá injetar cerca de R$ 211,2 bilhões de reais na economia este ano, esse número representa aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.
 
Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e o Serviço de Proteção ao Crédito, quatro a cada 10 trabalhadores estão decididos a dar esses usos ao dinheiro extra tradicionalmente pago no fim do ano.
 
O estudo mostrou que 27% dos brasileiros ouvidos no levantamento pretendem poupar ou investir o valor, enquanto 17% pretendem quitar as dívidas em atraso. Outros 23% dessa parcela devem usar parte do dinheiro para comprar presentes de Natal.
 
Especialistas recomendam que antes de decidir o que fazer com o dinheiro, o ideal é que o consumidor analise sua situação financeira e estabeleça suas prioridades. Para eles, o 13º salário deve ser, primeiramente, utilizado para pagar dívidas atrasadas, empréstimos e investimentos.
 
Edemilson Koji Motoda, diretor do Grupo KSL, percebe essa mudança anualmente quando a data se aproxima. “Os consumidores sempre procuram agendar seus acordos próximos ao recebimento do 13º salário, pois contam com uma renda extra.”, comenta.
 
A KSL Associados é uma empresa de crédito e cobrança que há mais de 20 anos no mercado utiliza do atendimento humanizado para finalizar seus acordos, no período de novembro e dezembro há um aumento médio de 15% no valor recuperado em algumas carteiras, em relação ao bimestre anterior. “Trabalhamos com a cobrança personalizada, ou seja, buscamos sempre segmentar e entender plenamente as características de cada cliente e assim, oferecer meios que o ajudem a regularizar suas dívidas”, informa Motoda.
 
O empresário acredita na importância de haver uma reeducação financeira, mostrando para população os benefícios de quitar suas dívidas evitando acúmulos de encargos e juros.
 
“Dívida é ruim para qualquer pessoa, assim, quanto antes poder quitá-la é fundamental para organização e saúde financeira e o 13º é uma ótima oportunidade para colocar suas contas em dia. Nesse sentido, é sempre bom entrar em contato e buscar negociar formas que vise a quitação da pendência, dessa forma, ele evita o acúmulo de encargos e juros, podendo ainda – de forma mais estruturada e equilibrada – voltar a consumir”, finaliza.
 

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