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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

COLUNA EM DEFESA DO CONSUMIDOR

DE 15 À 21 DE SETEMBRO
McDonald's é condenado a indenizar cliente que caiu em loja
 

O McDonald's foi condenado a pagar R$ 4 mil de indenização a uma cliente que caiu e se machucou, dentro de uma loja da rede, em Piracicaba (SP). A esteticista Talita Favarim, de 22 anos, teve uma luxação no braço depois que escorregou no piso molhado da loja. Ainda cabe recurso à decisão judicial.

Segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em defesa do Consumidor. com. br, quando Talita caiu uma funcionária fazia limpeza do piso na unidade, mas não havia no local nenhum aviso de “piso molhado”. Além disso, nenhuma assistência foi prestada a consumidora que foi ao hospital sozinha e ficou um mês impedida de trabalhar.

Talita afirmou que trabalha com as mãos e que foi prejudicada pelo acidente. "Imagina ter que fazer massagens com o braço doendo? Sem falar nos remédios que tive que tomar nesse período", disse Talita.
 Unimed e médico e são condenados a indenizar paciente
 
A Unimed Fortaleza e o médico Francisco Virgílio Dourado devem pagar R$ 5 mil de indenização moral à cabeleireira C.S.M. Ela se submeteu à intervenção cirúrgica para realização de biópsia, mas o material coletado foi trocado com o de outra paciente.
 
A paciente apresentou sangramento e dores, decorrentes de irregularidade no ciclo menstrual. Em junho de 2009, ela passou por uma “histeroscopia cirúrgica por vídeo”, prescrita e realizada pelo médico no hospital da Unimed. Após a intervenção, o material coletado desapareceu, sendo encontrado somente horas depois. De acordo com a enfermeira-chefe do hospital, houve procedimentos semelhantes realizados no mesmo centro cirúrgico, inclusive, um deles, envolvia paciente de nome parecido com o da cabeleireira.
Desconfiada da fidelidade da coleta, ela procurou o cirurgião e pediu um exame de DNA. O médico se recusou a solicitá-lo argumentando que a cirurgia havia sido bem-sucedida, e os sintomas (sagramento e cólicas) apresentados no pós-operatório eram consequências normais da intervenção. Diante da insistência pelo exame, o profissional insinuou que havia tentativa de extorquir a Unimed.

Por isso, a paciente requereu, por meio de liminar, a realização do teste de DNA. Autorizado pela Justiça, o exame constatou que o material coletado não pertencia à cabeleireira. Devido ao sofrimento causado, a paciente ingressou na justiça pleiteando uma indenização por danos morais.
 
Segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em defesa do Consumidor. com. br, o desaparecimento do material coletado já configura dano moral. “O médico deveria ter sido mais cauteloso. Além disso, o profissional foi negligente por se negar a requerer o exame de DNA, não contribuindo de nenhuma forma para tentar solucionar o problema”, disse.
 
 
Banco é condenado por descontos indevidos em aposentadoria
 

O Banco GE S/A deverá pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais para um aposentado vítima de descontos indevidos em seu benefício previdenciário.
Segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em defesa do Consumidor. com. br, o aposentado percebeu que estava sendo descontado do benefício previdenciário o valor de R$ 39,84 por mês, desde fevereiro de 2007. De acordo com informações prestadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a quantia era relativa a empréstimo realizado junto ao Banco GE, que o aposentado negou ter feito.

Em razão disso, ele ajuizou ação na Justiça requerendo a suspensão do desconto, declaração da inexistência do contrato, devolução em dobro do total descontado e indenização por danos morais.

Ao analisar o caso, a justiça determinou a suspensão dos descontos, a devolução em dobro das quantias debitadas e o pagamento de R$ 5 mil por danos morais. “O Banco GE confessa que efetuou os descontos indevidos, vinculando empréstimos consignados ao benefício previdenciário do aposentado sem demonstrar que os valores foram creditados em conta de titularidade do mesmo”, comenta Átila Alexandre Nunes.
 
 
Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos

Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta- feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www.emdefesadoconsumidor.com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www.emdefesadoconsumidor.com.br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.
 ser acessado pela internet: www.emdefesadoconsumidor.com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www.emdefesadoconsumidor.com.br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.
 
 
 

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