Guaxupé, sábado, 20 de abril de 2019
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Pastor evangélico cobra providências dos vereadores em relação à assistência de flagelados das enchentes

Falando na Tribuna Popular da Câmara Municipal de Guaxupé, na última segunda-feira, 8, o pastor evangélico, Tarcísio Gonzaga Santana, declarou que estaria falando em nome dos moradores da Vila Progresso e ainda levantou a suspeita de possíveis irregularidades com relação à supostas verbas para amparo aos flagelados das enchentes naquele bairro.
 
Segundo o pastor, em 21 de janeiro de 2017, com o transbordamento do Rio Guaxupé, 72 residências daquele bairro teriam sido inundadas e em 03 de março último, outras 52 casas teriam sido alagadas pela enchente.  
 
Tarcísio disse que após o primeiro incidente teria sido feito um cadastro no CRAS e outro na Prefeitura em relação às famílias que tiveram prejuízo com o alagamento e ainda complementou dizendo que a administração municipal supostamente teria feito um orçamento dos bens materiais danificados.
 
Ele alega que após a primeira enchente teria sido veiculado pela imprensa de que uma verba teria sido liberada pelo Governo Federal para assistência daquelas pessoas, porém ate naquela oportunidade ninguém teria sido beneficiado com os repasses da mencionada verba. Diante desta dúvida ele requereu que os vereadores investigassem se realmente a verba teria sido liberada ou não. Caso fique comprovada a liberação, que também seja investigado qual o valor liberado e onde teria sido aplicado e quem foram os beneficiados.
 
Tarcísio alega que existem vários açudes a montante da Vila Progresso e que na eventualidade do rompimento de algum deles certamente proporcionará prejuízos além de colocar em risco a vida dos ribeirinhos. Diante disto também requereu que os edis investigassem quais seriam os órgãos responsáveis pela fiscalização destas barragens.
 
Outro questionamento dele seria em relação a uma suposta vistoria realizada pela Defesa Civil Federal e que ele e os demais moradores daquela vila desconheciam o laudo pericial relativo à inspeção in loco. Novamente Tarcísio solicitou a colaboração dos vereadores para que fosse dada publicidade do suposto laudo pericial.
 
Outro pedido do pastor é para que sejam isentados da cobrança do IPTU, Imposto Predial e Territorial Urbano, os 52 imóveis atingidos pela última enchente.
 
Acrescentou que os moradores daquele bairro não têm sossego, pois a cada chuva vem a preocupação de uma nova inundação.
 
Pelo fato de, no passado, a Prefeitura ter aprovado a construção de casas em local de risco de alagamento, sugeriu que a administração municipal forneça outras residências em local adequado, observando a mesma distância da Vila Progresso em relação ao centro da cidade.
 
Finalizando, em tom taxativo declarou: “cada um dos senhores vereadores deve colocar a mão na consciência, pois a cada chuva há o risco de uma nova enchente”.

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