Guaxupé, domingo, 16 de junho de 2019
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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Vereadora cobra melhoria das estradas rurais

Além de falar na tribuna daquela Casa Legislativa, a vereadora Maria José Cyrino também exibiu em um telão as péssimas condições em que se encontram as estradas vicinais do município de Guaxupé. Segundo a vereadora, no período da seca a Prefeitura não adotou as providências necessárias como abaulamento, cascalhamento, limpeza de bueiros, retirada da vegetação das margens entre outros procedimentos. Com a ausência destes procedimentos, e sem a drenagem, as águas das chuvas passaram a escoar pela pista de rolamento.
 
Ela acrescentou que devido à falta de manutenção as estradas se tornaram intransitáveis,  prejudicando o tráfego dos ônibus escolares, além de colocar em risco os alunos da zona rural que dependem deste tipo de transporte para se deslocarem até as escolas.
 
Em virtude das péssimas condições das estradas muitas vezes os ônibus acabam encravando, dependendo da colaboração dos produtores rurais que disponibilizam tratores agrícolas para retirarem os veículos dos atoleiros.
 
No entendimento da vereadora a produção agrícola é a maior representante do produto interno bruto do município e, diante disto, deveria merecer maior atenção da administração municipal.
 
Outro tema abordado por ela foi a cascalheira municipal que tornou um verdadeiro depósito de lixo e de entulhos e, para elucidar o problema, exibiu várias fotos do local.
 
Finalizando Maria José mencionou que a administração municipal não estaria aterrando o lixo doméstico que é coletado diariamente, o que na concepção dela constituiu irregularidade grave. Segundo disse, o lixa encontra-se a céu aberto desde julho passado, exalando mau cheiro, atraindo cachorros e urubus.
 
O líder do prefeito na Câmara, Léo Moraes, tentou sair em defesa da administração alegando que neste período de chuva seria impossível realizar obras de manutenção, “que ele foi criado na roça e que se passar a máquina vai fazer mais barro ainda”. Diante disto ele foi aparteado por Maria José, tendo esta dito que o problema se agravou por falta de manutenção no tempo da seca.
 
Como na sessão anterior Maria José havia dito que a Prefeitura estaria utilizando massa asfáltica fria na operação tapa-buraco e que este tipo de material não seria o ideal, apresentando as suas contraindicações, o líder do prefeito na Câmara saiu em defesa do executivo apresentando os custos com aquisição de massa fria ao longo dos últimos cinco anos e a consequente economia em relação à massa quente.
 
Maria José rebateu fundamentando que se desde o início tivesse sido aplicada massa quente, o que é mais durável, teria sido gasto uma quantidade muito menor nos anos seguintes.

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