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sábado, 12 de dezembro de 2015

Galã jovem do momento, Felipe Simas encara protagonista com naturalidade: “todo ator gosta de desafios”

                                                                                                                                                  Amanda Boretti/ EP News

Vir de uma família de galãs pode ser complicado para alguns. Mas não para Felipe Simas. O gato de 22 anos ganhou seu espaço na telinha com talento e carisma. E claro, beleza também, já que o moreno é um pedaço! Irmão caçula dos queridos Bruno Gissoni e Rodrigo Simas, o carioca vem fazendo sucesso como um dos protagonistas de Totalmente Demais, novela global das sete. “Minha família toda me apoia muito. Troco muita figurinha com meus irmãos, que têm mais experiência que eu.

Totalmente Demais é apenas meu terceiro trabalho na TV. Faço com muita responsabilidade. Protagonizar é um desafio, mas encaro com naturalidade. Todo ator gosta de desafios. É estimulante!”, diz Felipe, que após estrear na novela global Flor do Caribe, em pequena participação, se destacou interpretando o lutador Cobra, vilão de Malhação, recentemente. “Fazer o Cobra foi uma escola para mim. Um personagem forte, do mal, mas que acabou tendo uma reviravolta e passou a ser um cara do bem, legal. Cheguei cru, bem verde para fazer o papel; no caminho fui crescendo”, lembra ele, que no cinema, encarou o desafio de interpretar o diretor Paulo Eduardo, no longa Na Quebrada, que conta a história de um sobrevivente de uma chacina quando tinha apenas 15 anos. “Amadureci muito fazendo esse filme. Mudou a minha vida! Quando conheci o Paulinho, fiquei impressionado, porque ele é uma pessoa iluminada, que depois de levar um tiro no coração e quase morrer, não guardou rancor. História de vida que me emocionou ”, comenta o ator, filho do ator e mestre de capoeira Beto Simas.

Ainda no cinema, Felipe fez o longa Pelé, em que interpreta o papel de Garrincha. O ator, que trocou a carreira de futebol pela artística, até pouco tempo, ainda mantinha vivo o sonho de ser jogador de futebol e demorou para tomar a difícil decisão de pendurar as chuteiras. A rotina era árdua. Todos os dias, saía de casa no Leblon, Zona Sul do Rio, pegava um ônibus e ia treinar no Nova Iguaçu Futebol Clube, no subúrbio, um trajeto de cerca de 50 quilômetros, que durava duas horas. “Sofri para deixar o futebol profissional de lado. Era louco por bola. Mas aí fui fazendo teatro, descobrindo outras possibilidades de ser feliz.

Foi incrível fazer o Garrincha no filme! Juntei minhas duas paixões, arte e futebol. Na verdade, agora ,minha grande paixão é o meu filho”, frisa ele, pai de Joaquim, de um ano e meio. Ele mora junto com a namorada e mãe do menino, Mariana Uhlmann.

“Qualquer folga que tenho das gravações da novela, que gravo bastante, corro para ficar com meu moleque. Sempre quis ter filho, mas Joaquim não foi planejado. levamos um susto, um susto bom. Sou colado nele! Dou comida, banho, faço tudo. Sou dedicado total à família. Joaquim é o maior amor que eu poderia ter. Maior felicidade! É tão bom ser pai que pretendo ter mais filhos, no futuro. Agora quero focar também no trabalho. No momento, um está de bom tamanho”, pondera.

Na trama de Rosane Svartman e Paulo Halm, Felipe dá vida a Jonatas, personagem que se autodefine como um empresário das ruas, e apaixonado por Eliza (Marina Ruy Barbosa). A sintonia deles é tão forte que já tem muito fã shippando (quando junta os nomes dos dois) muito o casal. “Após se conhecerem nas ruas, eles viram cúmplices e apaixonados. Temos cenas românticas, de briga, de comédia e até de suspense. A galera nas ruas torce muito por eles. Eu e a Marina criamos uma parceria muito maneira. Desde junho que a gente trabalha nos personagens. Criamos uma intimidade ótima. Ela é uma grande atriz, já tem bastante experiência e tem sido uma parceira incrível. pegamos logo o tom dos personagens. Trocamos muito,ela é uma menina encantadora. Tem sido muito divertido e proveitoso. A química do casal é inegável”, festeja ele, que como parte do trabalho de preparação, chegou a vender balas e a fazer malabares no Centro, disfarçado. “A gente sempre passa nos sinais e vê moradores de rua e tal. Nem imaginamos como eles vivem, como é estar ali do outro lado. E só vivendo isso na pele para saber. Foi uma experiência inesquecível”, diz.

Perguntado se já se acostumou com o sucesso, o ator sorridente, de expressivos olhos escuros, é direto. “Estava acostumado já com o assédio por tabela, por conta dos meus irmãos famosos... (risos) Mas depois que fiz o Cobra de Malhação, fui conquistando muitas fãs, algumas bem atiradinhas, mas tudo numa boa. Hoje o sucesso é maior, realmente. Mas continuo fazendo as mesmas coisas que fazia. Na minha família não tem essa de estrelismo. Sempre fomos educados para sermos gentis. Sabemos que fama e sucesso são passageiros. Nosso pai sempre foi um exemplo de cara humilde, batalhador, leal. Sou ligado nesses valores”, finaliza.  
 
 

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